Síndrome metabólica: tratamento clínico em São Paulo

Para quem tem pressão, glicose, colesterol ou triglicérides alterados ao mesmo tempo, junto com gordura na barriga.

O tratamento da síndrome metabólica cuida ao mesmo tempo da gordura abdominal, da glicose, dos triglicérides, do colesterol HDL e da pressão, com alimentação, atividade física, perda de peso e, quando indicado, medicamentos. É indicado para quem tem três ou mais dessas alterações. Em São Paulo, a nutróloga Dra. Isabela Bertoglio faz esse acompanhamento na Clínica Belvitá, no Paraíso.

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Para quem é

A síndrome metabólica é diagnosticada quando a pessoa tem pelo menos três destes critérios:

  • cintura aumentada (os valores de referência variam conforme a diretriz, o sexo e a etnia);
  • triglicérides a partir de 150 mg/dL, ou uso de remédio para triglicérides;
  • HDL, o "colesterol bom", abaixo de 40 mg/dL nos homens ou de 50 mg/dL nas mulheres;
  • pressão a partir de 130 por 85 mmHg, ou uso de remédio para pressão;
  • glicemia de jejum a partir de 100 mg/dL, ou uso de remédio para diabetes.

Também é comum ter gordura no fígado, ácido úrico alto e apneia do sono junto. Veja síndrome metabólica: o que é e critérios.

Por que acontece

O centro da síndrome metabólica é o excesso de gordura na barriga, principalmente a que fica em volta dos órgãos, e a resistência à insulina. Essa gordura é ativa: libera substâncias inflamatórias e ácidos graxos que alteram a glicose, os triglicérides, o colesterol e a pressão.

Sedentarismo, alimentação rica em açúcar, farinha branca, ultraprocessados e álcool, sono ruim, estresse e genética contribuem. O resultado é um risco maior de diabetes tipo 2, infarto, AVC e doença do fígado.

Colesterol e triglicérides altos

Os triglicérides costumam ser a alteração que mais responde à mudança de alimentação: reduzir açúcar, bebidas doces, farinha branca e álcool tem efeito importante. O HDL baixo melhora com atividade física e perda de gordura abdominal. Veja triglicérides alto.

O colesterol LDL depende mais da genética e da gordura saturada da alimentação. Em parte das pessoas, mesmo com mudança de hábitos, o remédio é necessário para reduzir o risco cardiovascular. A decisão considera o risco de cada pessoa e, quando necessário, é feita junto com o cardiologista. Veja colesterol alto: o que comer e o que evitar.

O ácido úrico alto também é comum na síndrome metabólica e piora com álcool, bebidas com frutose e excesso de carne vermelha. Veja ácido úrico alto.

Como é o tratamento com a Dra. Isabela

1. Avaliação

A consulta revisa o histórico de peso, a alimentação, a atividade física, o sono, o álcool, os remédios e o histórico familiar de doenças do coração e de diabetes. A cintura e a pressão são medidas.

2. Exames e bioimpedância

Os exames incluem glicemia, hemoglobina glicada, insulina, perfil de colesterol, triglicérides, ácido úrico, enzimas do fígado e função dos rins. A bioimpedância InBody 380 estima a gordura visceral e o músculo.

3. Plano individualizado

  • Alimentação com comida de verdade, fibras, proteína, gorduras boas e menos açúcar, ultraprocessados e álcool. Veja dieta anti-inflamatória;
  • atividade física aeróbica e de força;
  • perda de peso, com foco na gordura abdominal;
  • sono, estresse e apneia do sono, quando há sinais;
  • medicamentos para obesidade, glicose, colesterol ou pressão, quando indicados. A prescrição depende de avaliação médica individual.

4. Acompanhamento

Os retornos acompanham a cintura, a pressão, a composição corporal e os exames, para ajustar o plano.

O que está incluso na consulta

  • consulta médica com avaliação do risco cardiovascular e metabólico;
  • bioimpedância InBody 380, com estimativa da gordura visceral;
  • pedido e interpretação de exames;
  • plano alimentar e de atividade física;
  • avaliação da indicação de medicamentos;
  • retornos com exames de controle;
  • nota fiscal para pedido de reembolso ao plano de saúde.

Entenda como funciona a consulta com nutróloga.

Quanto tempo leva e o que esperar

Perder de 5% a 10% do peso já costuma melhorar os triglicérides, a glicose, a pressão e o HDL. Os triglicérides costumam responder em poucas semanas; a glicada e a composição corporal levam alguns meses. A resposta varia de pessoa para pessoa.

O tratamento é de longo prazo. Mesmo quando os critérios deixam de estar presentes, o acompanhamento continua, porque o risco volta se o peso e os hábitos voltarem. A gordura no fígado é parte frequente do quadro. Veja tratamento da gordura no fígado.

Perguntas frequentes

Onde tratar síndrome metabólica em São Paulo?

A nutróloga Dra. Isabela Bertoglio atende na Clínica Belvitá, na Rua Teixeira da Silva, 54, no Paraíso, perto do metrô Paraíso e da Avenida Paulista, com estacionamento conveniado com manobrista. O atendimento é de segunda a sexta, das 8h às 18h, e o agendamento é feito pelo WhatsApp.

Síndrome metabólica tem cura?

Ela pode deixar de preencher os critérios de diagnóstico com perda de peso, atividade física, alimentação adequada e, quando necessário, remédios. Como a tendência pode voltar se os hábitos e o peso voltarem, o acompanhamento com exames continua ao longo do tempo.

Quais são os critérios da síndrome metabólica?

São cinco: cintura aumentada, triglicérides a partir de 150 mg/dL, HDL baixo, pressão a partir de 130 por 85 mmHg e glicemia de jejum a partir de 100 mg/dL. Quem tem pelo menos três desses critérios, ou usa remédio para alguns deles, tem síndrome metabólica.

Qual médico trata síndrome metabólica?

A síndrome metabólica pode ser tratada por nutrólogo, endocrinologista, cardiologista ou clínico. A nutróloga cuida do peso, da alimentação, da composição corporal e dos exames metabólicos, e trabalha junto com o cardiologista quando há risco cardiovascular alto ou doença do coração.

Perder peso melhora a síndrome metabólica?

Sim. Perder de 5% a 10% do peso, principalmente da gordura abdominal, costuma melhorar os triglicérides, a glicose, a pressão e o HDL. A atividade física também ajuda, mesmo antes de a balança mudar, porque aumenta a sensibilidade à insulina.

Síndrome metabólica dá sintomas?

Na maioria das vezes, não. As alterações aparecem nos exames e na medida da cintura. Algumas pessoas percebem cansaço, sonolência depois das refeições, ronco ou manchas escuras no pescoço. Por isso, o check-up com exames é importante para quem tem gordura na barriga ou histórico familiar.

Dra. Isabela Bertoglio

Conteúdo revisado por

Dra. Isabela Bertoglio

Médica nutróloga · CRM-SP 194436 · RQE 84645 · RQE 86835

Doutorado pela USP | Nutrologia Clínica — Hospital Israelita Albert Einstein

Revisado por Dra. Isabela Bertoglio em

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Localização

Onde atendemos

Clínica BelvitáRua Teixeira da Silva, 54, Conj. 81/82 – Bela Vista, São Paulo – SP, 04002-030
Segunda a sexta, das 8h às 18h
Estacionamento conveniado com manobrista
Telefone e WhatsApp: (11) 99975-8182
como chegar ao consultório no Paraíso

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. A indicação de qualquer tratamento depende de avaliação individual.